Diga oi!
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Tilcara - Garganta del Diablo
6o Dia!
Tilcara é uma espécie de Oasis do Deserto. O lugar que mais me impressionou de todos que já tive a oportunidade de visitar.
Possui uma energia muito grande vinda das pessoas e da natureza. É tombado como patrimônio histórico da natureza pela UNESCO.
Um vilarejo com 9 mil habitantes, e quase todos eles descendentes de Aborígenes.
Cercado por serras e montanhas, tem a capacidade de atrair todas as energias positivas que são possíveis.
Tem um rio seco enorme que corta essas montanhas passa pelo Chile e deságua no Pacífico. Chamam de Grande Rio, e isso porque ele realmente é enorme...ou era pelo menos. Aqui tem estação de chuva e de seca, que seria verão e inverno respectivamente. Mas o período de chuva não dura tanto tempo...aliás, ainda não vi chuva na Quebrada de Humahuaca.
A visita de ontem foi a um lugar considerado sagrado pelos Incas, que é protegido por um deus da montanha que fica atrás dessa, que chega a quase 5 mil metros de altitude.
Fiz uma trilha de quase 20 km, sendo 12 km destes com Lhamas! Animal dócil, contudo, muito arisco, e que se não te gostar, ele cospe em você! Confesso que durante a trilha, enquanto eu guiava as Lhamas, uma delas babou em minha mão, mas prefiro pensar que não foi por querer.
De volta a trilha, seguimos por caminhos estreitíssimos, muito perigosos e muito, mas muito íngrimes! A temperatura daqui é estranha e boa...como isso?
Bem, durante a trilha começou o Sol me queimar os braços e pescoço. Muito ardido, mais ainda por ser deserto, porém, tem um vento muiiiiiiiiiito fresco, e a sombra é agradabilississima. Assim, enquanto quase todos andavam de calção e sem camisa, ou biquinis, ou até de camiseta, eu estava de calça, tênis, camiseta e jaqueta! A parte da sombra é realmente incrível, porque te trás frescor mesmo que esteja vestido até os dentes. Como nos filmes de deserto que as pessoas se cobrem por inteiro com turbantes e túnicas, aqui isso também é possível. Claro, nos primeiros 10 minutos você vai suar um pouco, mas assim que suar terá uma sensação ótima de calor refrescado, pois vem um vento gelado e esfria todo o corpo e você não sente mais calor mesmo estando com tantas roupas. Juro que até agora não consigo entender como um sol daquele permitiu me deixar de blusa!
Enfim, novamente na trilha, as Lhamas empacam! Mas logo mudam de ideia, e assim, tem-se esse traking com Lhamas é para refazer a mesma trilha que os Incas faziam 5 mil anos atrás! Pelo menos parte da trilha.
Após 2 horas de caminhada, chegamos a um trecho e armamos acampamento, aonde Nati ficou com as Lhamas enquanto Pablo e eu seguimos ao Grande destino: A Garganta del Diablo. Um lugar absurdamente lindo. Fazemos então uma nova trilha para descer até o corrego que insistem em chamar de rio. Dali saí a água que o povoado bebe, e para isso fizeram aquadutos dirigindo parte da água para o vilarejo. Seguindo pelo rio seco, que tem apenas um risco de água, é possível ver, para quem gosta de natureza, as paisagens mais lindas que se pode existir. A cada centímetro do lugar você vê uma novidade antiga. Água limpa como poucas, e muito gelada, é possível bebê-la, no entanto, prefere-se fazer isso mais acima, quando se tem água vertendo diretamente das pedras ou na cascata que é a última parte do destino. Muita gente segue esse caminho. Quando se chega a cascata, se tem uma visão explêndida, aonde a água tem uma queda de aproximadamente 15 metros de altura penso eu, e vem com muita força, mesmo que desça espalhada formando um véu. Arrisquei-me entrar embaixo da cascata...de calça camisa e tenis me boliei!
CARAMBA!
Que água mais gelada, e não é a toa, porque boa parte dela vem do derretimento do gelo de montanhas! Mas ótima, renovou minhas forças!
No acampamento repouso para um lanchinho: Salame de vaca, salame de Lhama, um embutido, um queijo formidável, azeitonas e pão. Um levité para beber. Aproveita-se muito a paisagem, então volta para descançar realizado. Caminhada que não cansa.
Agora está decidido que em março venho pro carnaval que dizem ser muito diferente e especial. Assim retomarei sobre o local e o carnaval que descende dos Incas.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Montes antes do Deserto do Atacama
Cidade de Tilcara
Seguindo a Quebrada de Humahuaca, saio cedo do vilarejo de Humahuaca e parto em direção a Tilcara, outra vilarejo da Quebrada...Esse vilarejo é um pouco maior, tem cerca de 9 mil moradores, mas hoje passou das 20 mil pessoas...
O LUGAR MAIS BONITO QUE JÁ CONHECI EM TODA MINHA VIDA!
Eu nunca vi tanto mochileiro junto na minha vida!!!!!
Ok, vamos por partes:
Saí cedo de Humahuaca porque é muiiiiiiiiito dificil conseguir posada, hostel, hostal ou hotel em Tilcara.
Cheguei era quase 11:00h e comecei procurar. Passei por uns 10 ou 15 hospedagem e todos lotados! Aqui tem muitas hospedagem...umas 3 por quadra!
Caminhei a cidade toda, e aqui tem muiiiitíssimos morros. Quando estava quase desistindo, encontrei a Posada de La Peña!
Meio caro, mas vale a pena!
De cara, a dona, muito afetuosa, me falou tudo sobre a cidade, e foi muito hospitaleira.
Apresentou-me suas sobrinhas(essa parte é pra rir auehiahe)...muito queridas elas. Moradoras de Jujuy.
Então saí pelo vilarejo caminhar e almoçar com Johanna e Ayelenn(outras duas argentinas de Buenos Aires).
Minha nossa...muiiiiiiiita gente....quem quer se divertir em um fim de semana de janeiro, deve visitar Tilcara...é absurdo de bom...
No almoço, aguardamos a chegada de dois amigos das gurias, ou melhor, um casal de amigos: Natália e Pablo. Dois moradores locais que são guias turísticos e tem um negócio de Traking com Lhamas!
Muitooooo legais e engraçados também. O almoço de hoje estava saboroso, mas era bife a milanesa com salada...pra eles isso é muy rico!
Sobremesa comi ... que na verdade é...canjica!
hehhae
Mas é saboroso. Quem quiser a receita, prometo que Vão adorar!
Passamos a tarde na feira local...muito artesanato e muito mais pessoas!
Eles bebem uma bebida, equivalente a nossa cachaça, mas é feita de raiz.
Hoje é o dia que mais tem gente no ano aqui em Tilcara porque tem um festival de Reaggue também.
Os argentinos gostam muito de saber sobre o Brasil, e metade acha as Cataratas um lugar lindo, e a outra metade tem medo da violência!
Querem muito saber sobre as piadas que brasileiros fazem sobre argentinos, e quando eu conto eles riem muito...diferente do Brasil que ninguém ri das minhas piadas!
uahehae
A noite vou sair com Pablo e Natália para ver como rola a fulia!
Abraço a todos!
*Todos podem comentar agora, já que antes reclamaram que nao dava!
o Quarto dia, seguido do melhor dia de viagem até então, foi o pior!
Acordo no hostal, e tomo café da manhã, (no dia anterior tinha sido muiiiiiiiiito bom), o qual era provido de: Pão! Sim...só pão :S
Tudo bem, comi o dito pão e segui para Villajon, Primeira cidade boliviana...
Na verdade, pararemos por aqui, porque eu quase segui a Villajon...
Em todas os países do Mercosul basta apenas teu RG para circular, mas parece que a Bolívia não aceitou isso...
Estava com minha carteira de motorista, e não me permitiram entrar porque não era identidade. Aceitam em todos os países a Carteira de Motorista, menos na Bolívia.
Muito bati o pé tentando convencer o carinha da aduana a me deixar passar...mas não deu...
enfim, que eu poderia seguir viagem porque tem uma excursão que sai de La Quiaca até o Salar de Uyuni por apenas 57 pesos. Mas como estava pê da vida resolvi não fazê-lo.
Depois de todo o ocorrido, conheci duas gurias muito divertidas que tentavam falar português, e tenho lá minhas dúvidas se elas não falam melhor do que eu!
São de Buenos Aires.
Conversamos por cerca de duas horas. Peguei o busão direto para Humahuaca, um vilarejo lindo que faz parte do novo trajeto: A Quebrada de Humahuaca!
Chegando no vilarejo, acho que era umas 22:00h, logo que desço do ônibus, entro no restaurante do Terminal para jantar. Comi carne de Lhama ao molho de mostarda com batatas....Formidável. Incrível mesmo. Parece muito com carne de gado, mas tem um gosto mais forte. Meio complicado explicar. Só que é um pouco mais dura que a carne bovina.
Pego então um rumo aleatório a procura de um hostal. De cara encontro um baratíssimo, mas sem muitas coisas...mas confortável para dormir...na minha situação estava ótimo!
Vou então fazer minha primeira ligação internacional...hehehe...uma das coisas mais baratas na Argentina é telefone...o custo de uma ligação internacional para celular é 74 centavos de pesos por minuto! Cerca que R$ 0,30.
É óbvio que abusei do tempo né!
aeiauehuahe
O vilarejo, com pouquíssimos habitantes (cerca de 3000), recebe mais de 1500 turistas por dia. Algo absurdo. As ruas lotadas até altas horas da madrugada com muito fuzuê e festerê.
Muito bom isso.
Portanto, meu dia não foi completamente ruim...e talvez essa mudança de rota tenha sido algo realmente bom.
Espero que sim!
*Só para constar que aqui ninguém usa capacete para andar de moto, e os motoristas de onibus ficam ligando o tempo todo do celular enquanto dirigem!
aeihuae
chega a ser engraçado!
Acordo no hostal, e tomo café da manhã, (no dia anterior tinha sido muiiiiiiiiito bom), o qual era provido de: Pão! Sim...só pão :S
Tudo bem, comi o dito pão e segui para Villajon, Primeira cidade boliviana...
Na verdade, pararemos por aqui, porque eu quase segui a Villajon...
Em todas os países do Mercosul basta apenas teu RG para circular, mas parece que a Bolívia não aceitou isso...
Estava com minha carteira de motorista, e não me permitiram entrar porque não era identidade. Aceitam em todos os países a Carteira de Motorista, menos na Bolívia.
Muito bati o pé tentando convencer o carinha da aduana a me deixar passar...mas não deu...
enfim, que eu poderia seguir viagem porque tem uma excursão que sai de La Quiaca até o Salar de Uyuni por apenas 57 pesos. Mas como estava pê da vida resolvi não fazê-lo.
Depois de todo o ocorrido, conheci duas gurias muito divertidas que tentavam falar português, e tenho lá minhas dúvidas se elas não falam melhor do que eu!
São de Buenos Aires.
Conversamos por cerca de duas horas. Peguei o busão direto para Humahuaca, um vilarejo lindo que faz parte do novo trajeto: A Quebrada de Humahuaca!
Chegando no vilarejo, acho que era umas 22:00h, logo que desço do ônibus, entro no restaurante do Terminal para jantar. Comi carne de Lhama ao molho de mostarda com batatas....Formidável. Incrível mesmo. Parece muito com carne de gado, mas tem um gosto mais forte. Meio complicado explicar. Só que é um pouco mais dura que a carne bovina.
Pego então um rumo aleatório a procura de um hostal. De cara encontro um baratíssimo, mas sem muitas coisas...mas confortável para dormir...na minha situação estava ótimo!
Vou então fazer minha primeira ligação internacional...hehehe...uma das coisas mais baratas na Argentina é telefone...o custo de uma ligação internacional para celular é 74 centavos de pesos por minuto! Cerca que R$ 0,30.
É óbvio que abusei do tempo né!
aeiauehuahe
O vilarejo, com pouquíssimos habitantes (cerca de 3000), recebe mais de 1500 turistas por dia. Algo absurdo. As ruas lotadas até altas horas da madrugada com muito fuzuê e festerê.
Muito bom isso.
Portanto, meu dia não foi completamente ruim...e talvez essa mudança de rota tenha sido algo realmente bom.
Espero que sim!
*Só para constar que aqui ninguém usa capacete para andar de moto, e os motoristas de onibus ficam ligando o tempo todo do celular enquanto dirigem!
aeihuae
chega a ser engraçado!
A última sao os argentinos que conheci
O terceiro dia de viagem foi um dos melhores da viagem. Tudo foi muito perfeito....Quase...
Foi simples, mas supreendentemente animador.
No terminal não tinha mais passagens para San Pedro de Atacama (como sempre), então comprei direto a La
Quiaca, fronteira com a Bolívia.
Enquanto aguardava, fiz amizado com 4 argentinos (3 chicas e um chico: Baleria, Florência, Andreas e Carla)
Minha opinião sobre Argentinos muda a cada dia, e cada vez sobem em meu conceito.
Depois, já no ônibus, sempre dois andares e com ótimos filmes, conheci Lantaro, outro argentino de La Plata, assim como aqueles descritos acima.
Passando pelas cidades até La Quiaca, existe a Quebrada de Humahuaca, que é o lugar mais belo que já conheci em minha vida. Mas isso depois falarei mais.
Então, seguindo viagem, conheço um garotinho de 12 anos de Salta que estava indo a La Quiaca. Conversei com ele por muito tempo, o que ajudou muito para melhorar minha pronúncia.
Ao chegar em La Quiaca fui para um hostal ruim e caro!
Era tudo muito bom antes disso para ser verdade.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
2o Dia!
Dia 2!
Chego pontualmente às 6:40 em Resistência, e ali conheço dois italianos: Marco e Daniele.
Todos estamos com destino a Salta, contudo, ônibus para lá, somente as 19 horas.
Descubro então um bus às 8 horas até Joaquim V. Gonzales, e aviso Marco e Daniele.
Pela primeira vez o ônibus saiu atrasado, mas ao destino o horário de chegada foi com um mínimo de atraso: 17:30. Estou começando a enjoar de ônibus. Neste trajeto conheci algumas senhoras argentinas que foram até Pampa del Infierno e Aviá Terai.
Um detalhe...quando entrei no ônibus, passou o comissário de bordo(não sei como chama isso em ônibus) recolhendo o lixo...pensei comigo "Nossa, que prestativos e limpos!"
Eu estava enganado! O ônibus diminuiu a velocidade e ele jogou aquele saco enorme de lixo na beira do asfalto. Pensei em dar uma voadora nele, mas resolvi deixar quieto...dessa vez passa.
Após estarmos em Gonzales, tínhamos que chegar a Salta. Tinha um ônibus que sairia 18:30 por 40 pesos e chegaria ao destino perto da meia noite. Os italianos e eu, pegamos um taxi por 50 pesos e as 20:30 estávamos na cidade.
Entrou no taxi tambem, uma moça argentina para o mesmo destino...ela e seu filho, um muleke de 3 anos.
Após a chegada a cidade, nos dividimos: Marco e Daniele foram ao centro da cidade e eu fui a rodoviária.
Só tenho que dizer que Salta é uma cidade explêndida, formidável!
Existem muitos passeios aqui que farei na volta.
Depois de muito rodar por Salta, encontro un hostal com vaga. Neste hostal conheci 2 argentinos, mas uma funcionária que me explicou cada detalhe de Bolívia Chile e Peru, e depois até dei informações para um francês.
Agora me voy até San Pedro Atacama, e depois decido o resto.
PS:. Aqui não pega meu celular(tim), mas descobri que pega Claro.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
O começo da viagem para o Oeste da América do Sul
El premero día 11/01
Hoje já acordei atrasado para viagem, viagem esta, tão esperada!
Me despeço dos últimos conhecidos e me voy a rodoviária. No caminho encontro com Daniel, que subirá até o Peru dia 15 se não me falha o cocoruto.
Pego o ônibus na Rodoviária às 11:30 em direção a Barracão - PR, e chego lá as 13:20. Mesmo sendo apenas 70 km de distância, o ônibus teve que fazer 2 ou 3 paradas para ajustes nos freios. País emergente com emergência nos transportes.
Almoço em Dionísio Cerqueira -SC e rumo a fronteira....pronto, agora é pra valer...Que comece a aventura!
BERNARDO DE IRIGOYEN
Por tantas vezes que já tenha ido até esse local, está foi a mais empolgante(mais que a primeira ida ao exterior). Logo que entrei na Argentina, dirigi-me até a casa de câmbio e peguei minha grana toda em dólares, ficando apenas com 50 reais....jamais façam isso! Logo saberão porque!
De cara vou para pegar o bus num terminal. Nada comparado as rodoviárias brasileiras...Uma lixeira! Isso até chegar o ônibus
ESPANTO
Um bagual de um ônibus de 2(dois) andares, limpo, muito bem conservado e acreditem: ERA UM PINGA-PINGA! Fiquei abismado.
Um caminho lindo que passou Eldorado, Puerto Rico e chegou aonde estou agora: Posadas.
Mesmo com tantas belezas no trajeto, eles passavam filmes, e filmes bonsss inclusive. Juro que não era Lagoa Azul nem Dênis, o Pimentinha, como estamos acostumados. Sem falar que no segundo andar(era onde eu estava) tinha 4 tvs para ver o filme, e não duas como nós temos.
Estou perplexo....nunca imaginei que pudesse admirar a Argentina!
Já perto de Posadas, começo ouvir uma rádio no celular para acostumar os ouvidos. Num grupo de oração dos carismáticos. De cara aprendi o Pai-nosso e Ave-Maria: A Viagem está abençoada!
A mulher que puxava as orações errou a Ave-Maria, e depois disso elas rezavam e riam ao mesmo tempo. Não sei se é comum aqui isso, mas eu me rachei rindo!
Chego em Posadas.
O TORMENTO DOS DÓLARES
Como o ônibus era pinga-pinga, a passagem era comprada durante a viagem. A passagem até Posadas custava 55....pesos. Com a empolgação da viagem, esqueci de comprar a moeda local. Na viagem que eles não íam fazer essa troca, mas como já havia andado um eito, o cara foi bondoso e teve dó de mim, aceitou em reais. Trocou então pela cotação de 1 REAL POR PESO!!!!!!!
Depois reclamam que chamam os Argentinos de FDP! A cotação atual é de 45 centavos de real.
Mas ele me fez por míseros 50 reais daí...daria 2 passagens! Mas mesmo assim saiu mais barato que sairia no Brasil. 6 horas de viagem,aproximadamente 400 km...No Brasil isso sairia perto de 80 Pila.
Na Rodoviária de Posadas ninguém trocava dólares...quase tive que ir pro cassino jogar pra conseguir grana....mas aí encontrei uma empresa que aceitou!
Passagem comprada para mais 400 km por 91 pesos, em um ônibus do mesmo patamar do primeiro. Troquei uma nota de 100 dólares, comprei a passagem e ainda me sobrou 306 pesos pra torrar.
Jantei em uma pizzaria, comi duas pizzas, tomei um litrão de Quilmes por 24 pesos! Quase o mesmo preço do Brasil! Até parece né!
Agora é 1:25 aqui, e aí é 2:25...Estou saindo daqui 15 minutos para Resistência, e chego lá as 6:40 da matina!
Viagem está ótema!
Um abraço a todos!
Assinar:
Comentários (Atom)